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sábado, 26 de janeiro de 2008

[leia]Fórum de Entidades espera reunir 3 mil pessoas em mobilização prevista para a barragem de Santa Cruz

Flaviano Monteiro, presidente do Fórum das Entidades.

O Fórum de Entidades Representativas de Apodi (Fersa) pretende reunir cerca de três mil pessoas na barragem de Santa Cruz, numa mobilização marcada para a manhã de hoje.
A mobilização que foi articulada com reuniões preparatórias, realizadas nos últimos 10 dias, será marcada pela cobrança de ações práticas no aproveitamento das águas do segundo maior reservatório do Estado.
Segundo o presidente do Fórum de Entidades, Flaviano Monteiro, nos últimos dias, presidentes de associações rurais se reuniram nas comunidades como forma de preparar a mobilização que reunirá representantes de diversas regiões da cidade oestana.
"Contaremos com a presença de agricultores do Vale e da Chapada, de residentes na zona urbana e de lideranças políticas de Apodi e de outras regiões do Estado", destaca Flaviano.
Em meio às autoridades confirmadas encontram-se os senadores Garibaldi Filho e José Agripino Maia que devem encabeçar os discursos.
Além dos senadores, deputados federais, estaduais e secretários de Estado foram convidados para discutir as necessidades dos apodienses.
No decorrer da semana, programas de rádio anteciparam as discussões como forma de estimular a participação no encontro, que promete abrir o ano de 2008 com mais uma grande mobilização social.
"Será uma grande mobilização destinada a defender os interesses sociais de Apodi e região", conclui Flaviano Monteiro.

Fonte: O mossoroense

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[veja] Fórum das entidades convida Simão Nogueira para ato na Barragem de Santa Cruz

Presidente do Fórum convidado pessoalmente Simão Nogueiro (PSB) para ato na Barragem de Santa Cruz.

O ex-prefeito Simão aceitou o convite e vai comparecer domingo (27/01) no ato organizado pelo Fórum das Entidades o qual será reivindicado a execução dos cinco projetos existentes que aproveitam as águas da Barragem de Santa Cruz.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

[leia] Canto Potiguar: Casa de Cultura de Apodi

Da esq. para dir. Ari Bandeira, prof. Deon, o produtor Júnio Costa, presidente da Fundação José Augusto Crispiniano Neto, prof. Flaviano Monteiro e no fundo o radialista Wilson Oliveira.
O pres. da FJA, Crispiniano Neto, em seu discurso foi político, defensor da cultura potiguar e falou como um simples popular.
Lembrou do escândalo da administração passada, o folioduto, disse que é confundido e constantemente chamado de sec. de cultura do estado, mas realmente tem acento no fórum de cultura do estado.
Falou da histórica política assistencialista que não se preocupa com a ascensão cultural do povo. Expressou sua vontade de lançar uma coleção com os 100 livros mais significativos da cultura potiguar e entregar em cada biblioteca e escola pública do RN, junto com a arca das letras.
Comentou sobre o corpo de funcionário com os quais trabalha dizendo que dos 450, 200 são excelentes profissionais. "Fazem o que fazem porque amam isto". Mas também comentou sobre a outra parte, a que desempenha um péssimo trabalho. Citando mesmo os dois outros funcionários da Casa de Cultura de Apodi que simplesmente não pisam lá. Estão lá por indicação política. E disse mais: "eu vou ver o que faço com esses dois".
Com o ministro Gilberto Gil, conseguiu 30 Pontos de Cultura e mais 23 para cada casa de cultura do estado, assim grupos de cultura que tenha condições legais, com CNPj, e desvinculado de instituições públicas, terá condições de disputar um desses 30 pontos. O edital será aberto em março. Aconselhou o prof. Deon a criar o CNPj do grupo de teatro da EScola Estadual Sebastião G. de Oliveira, da comunidade de melancias, e concorrer aos editais que são lançados pela Petrobras, caixa econômica, banco Itaú entre outros mais. Ele quer atingir um total de 200 projetos para concorrer aos editais serão lançados brevemente.

Política:
Membro do PT, Crispiniano externou a discriminação que existe com os ptistas dentro de algumas casas de cultura, mas foi claro quando disse que não admitia discriminação qualquer que fosse e que o foco cultural, ideal dos projetos, não fosse ofuscado.

Associação cultural de Apodi:
Foi criada durante o evento e Crispiniano pediu que enfrentassem as diferenças, não agissem com exclusão e aceitassem novos membros.
Flaviano Monteiro comentou sobre a criação de um projeto que chamaria-se Memória Viva. Onde se faria um registro da história de Apodi contada pelos mais velhos de seus habitantes ainda vivos. "Brasileiro tem mania de fazer homenagem póstuma. Com esse projeto teríamos um arquivo dos relatos oculares que ocorreram em Apodi", falou o prof. Flaviano.
Genildo Costa - coordenador do projeto Canto Potiguar. Cantou para quem viu sentir saudades.
Genildo Costa, cantor e compositor natural de Grossos. Vive hoje em Mossoró. Janilson Cardoso, cordelista, mais um artista apodiense.
Ceguinho do Apodi e Genildo Costa numa seqüência de forró.
Mais novo CD, Cores e Caminhos. Jotta Paiva que é fã adquiriu o seu.

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sábado, 22 de dezembro de 2007

[leia] Fórum das entidades integra Apodi no projeto Arca das Letras

Cerimônia da entrega da Arca das Letras em Mossoró, das 20 Arcas que veio para Mossoró, o Fórum das entidades conseguiu 7.

O projeto é uma parceria do governo do federal, governo do estado através da Secretária de Assuntos Fundiários e de Apoio a Reforma Agrária – SEARA, através do secretário Canindé de França e em parceria com o Projeto Dom Helder Câmara e Petrobrás e consiste em 200 livros contendo acervo de literatura e livros para pesquisa. O Fórum de Entidades Representativas da Sociedade Apodiense – FERSA conseguiu para a cidade sete Arca das Letras. Os locais contemplados foram: Sitio Córrego, Soledade, Santa Cruz, Lagoa Rasa, Santa Rosa, Sororoca, Bico Torto e sítios reunidos.
Neto Meneses, Luís Bevenuto, Gilvan Alves e Canidé França, sec. de reforma agrária.

Livros de escritores como Sergio Buarque de Holanda, Dacir Ribeiro (antropólogo), Erico Veríssimo, Machado de Assis, Gilberto Freire, Ariano Suassuna entre outros, fazem parte do acervo da Arca das Letras e representa uma verdadeira riqueza em pesquisas para os moradores das comunidades beneficiadas. A entrega dos livros foi realizada no último domingo (16).
Gilvan Alves, Sec. de agricultura Larissa Rosado, Flaviano Monteiro, o cordelista Antônio Francisco, Luís Bevenuto, E Neto Meneses.
Flaviano Monteiro, presidente do Fórum, participando da entrega da Arca das Letras (caixa em vermelho) na comunidade de Santa Cruz.

Fonte: Roberto Fernandes.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

[leia] Apodi é beneficiado com convênio para titularidade de terras

Várias autoridades compareceram ao evento: Os prefeitos de Assú, Apodi, Itaú, entre outros estiveram presentes.

Ocorreu terça (19) no auditório da Secretaria de Educação a assinatura do termo de convênio das bacias hidrográficas Apodi-Mossoró e Piranhas-Assú.
A assinatura desse terno irá beneficiar em torno de 230 mil pessoas no RN, para isso serão investido R$ 6,1 milhões. Os recursos são provenientes do governo federal e estadual. No RN essa medida atingirá em torno de 20% dos municípios.
Canidé França e Zé Maria.

Canidé França, secretário de reforma agrária, disse que jamais nenhum governo, em nível federal, estadual, vez tanto pelo Brasil em si tratando de reforma agrária.
A governado Vilma disse que a entrega dos títulos ao agricultor não é o final e sim o início da assistência que as políticas governamentais podem fazer por aqueles que põe a comida na mesa do brasileiro, pois é a partir da legalização da terra é que o proprietário tem condições de se beneficiar dos programas do governo voltados para o homem do campo.
Pinheiro Bezerra, Zé Maria, Vilma de Faria e Flaviano Monteiro.

Flaviano Moteiro, presidente do Fórum disse que a concretização deste projeto é de fundamental importância para Apodi, já que no município, poucos são aqueles que possui os documentos legais de posse de suas terras.
Flaviano disse que o fórum vem tratando esse assunto com SEARA (Secretaria de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária) desde de 2004, quando soube da intenção do governo em proporcionar a titularidade das terras aos seus donos.

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domingo, 7 de outubro de 2007

[leia] "Apodi tem um trunfo, temos o povo, e são 40 mil", Flavino Monteiro, presidente do Fórum

Uma vez, vendo o tamanho da dificuldade que seria a guerra que Apodi travaria pela UFERSA, DeAssis, conversando com Flaviano disse: "Mas é muito difícil. Em Pau dos Ferros são dois deputados e ainda tem José Agripino e Felipe Maia".
Flaviano respondeu: "Apodi tem um trunfo, temos o povo, e são 40 mil!"

É perfeitamente compreensível o que ele quis dizer. Uma população do tamanho de Apodi, junta, ganha qualquer luta.

Ninguém sabe se a UFERSA um dia virá, mas alguém ousa a dizer que o movimento que houve em torno dela não foi válido?

Acredito que quanto mais a população souber que faz a diferença na hora de reivindicar, menos propensa estará a ser comprada durante um pleito, de ter que seguir a alguma orientação política, que muda de vez enquanto para atender a vaidade, o ego de algum lídees políticos - frase bonita essa: 'orientação política', é o coronelismo, os currais eleitorais da era moderna - mais medo a população dará a políticos mal intencionados, menos sucesso esses tipos terão. Porque após enfrentar uma luta cheia de dificuldades ninguém vai querer entregar seu voto a um Zé Ruela que acha que vai tirar férias durante 4 anos. Há, mas não vai mesmo!

Tem mais é que fechar estrada, fazer panelaço, caminhada, ir a ponte parar o trânsito, fazer greve. O que se consegue com isso dá medo a tal das lideranças políticas. Hum, fico imaginando o que alguns entendem por 'líder político'...

Muitos não querem a mobilização da população porque se ela conseguir, político nenhum vai levar o crédito com a vitória, porque essa será de todos.

É por isso, que é necessário que se tenha o panelaço em frente a CAERN. Ir somente alguns pedir a governadora que resolva nem sempre dá jeito na situação. Caso desse, em Apodi já teria a estação de alevinos; a transchapadão; a tubulação para o poço que já está pronto; o terminal turístico já estaria finalizado; o projeto de irrigação do Vale teria saído; a estrada da barragem também; o balneário da barragem também; a APA da lagoa de Apodi.

Será que o Lajedo da Soledade teria a expressão que tem hoje se não fosse os trabalhos de Dodora e da FALS; o reitor da UFERSA teria feito o projeto de expansão para Apodi se não fosse toda a movimentação que houve durante a semana do estudante, o abaixo-assinado, a visita a Mossoró; se a população não tivesse aprovado, teríamos tido aqueles momentos de alegria com um estádio cheio e uma torcida vibrando pelo time de sua cidade; o saneamento viria se não fosse toda a mobilização da população que vem desde 2003?

Conjunto, pluralidade, equipe, união, coesão, grupo. Essas são as palavras que detém providência. Se não entendeu o que eu disse, não abra a boca para dá uma opinião do tempo das cavernas.

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[leia] Saneamento: conquista própria da sociedade apodiense







Ruas de Apodi as quais os dutos de saneamento já chegaram.
Lagoas de captação de dejetos.


Flaviano Monteiro, presidente do Fórum das entidades, diz que essa é a atual grande conquista da sociedade civil organizada de Apodi.
Carlos Alberto explica as dificuldade da conclusão da obra devido a processos judiciais movidos pelos donos das terras por onde os dutos passam.

Representantes das 57 entidades que compõem o Fórum das Entidades de Apodi, estiveram reunidos no dia 16 de dezembro de 2003 com a governadora Wilma de Faria para reivindicar o apoio do governo no tocante ao saneamento e urbanização da lagoa de Apodi, projeto orçado em R$ 4,5 milhões. O prefeito José Pinheiro Bezerra assegurou R$ 300 mil para a primeira etapa da obra. Após ouvir a reivindicação dos representantes do fórum, Wilma de Faria se comprometeu a custear metade da obra. A governadora disse na reunião que faria essa obra porque ela é de seu interesse.

A obra ainda não está concluída, porém anda bem próximo disso. As dificuldades maiores se dão pelos proprietários dos terrenos que pelos quais os dutos atravessam. Parecem não perceberem que a conclusão da obra só beneficia Apodi.

Um saneamento eficaz é a meta de todas as cidades. Sua finalidade vai desde melhor qualidade na saúde, passando por preservação dos mananciais chegando a reutiliazação das águas que recebem o tratamento feitos nas lagoas de captação.

Com o início das obras do saneamento básico, nesta semana, a comunidade apodiense concretiza uma luta que começou em agosto de 2003, desde o surgimento do Fórum de Entidades Representativas. A sociedade civil organizada, desejosa dessa obra para cidade, uniu-se através de seus segmentos, incluídos nesse processo os poderes públicos municipais, num esforço conjunto em prol da salvação e revitalização da Lagoa de Apodi.

Houve mobilizações históricas em que todos os cidadãos participaram, direta e indiretamente, do socorro da Mãe da pobreza de Apodi, a Lagoa Provida. Como é sabido, este principal santuário natural que compõe a bacia hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró tem sofrido drasticamente pela poluição, decorrentes da falta de uma educação ambiental efetiva da comunidade, de um programa de recuperação de sua mata ciliar e dragagem, e pela introdução de cerca de 80% dos esgotos da cidade em boa parte de suas águas.

A população, cansada de promessas e de acompanhar diariamente o menosprezo da Lagoa de Apodi, resolveu protestar e convocar os poderes públicos para discutir alternativas de proteção e recuperação de nossa Lagoa Provida.

Segundo a coordenação do Fórum de Entidades, no princípio a maior dificuldade foi envolver a sociedade para se conseguir o saneamento básico da cidade, obra esta, necessárias desde a chegada dos colonizadores em 1680, a qual teria minimizado a poluição da lagoa. Por todo este tempo, e, historicamente abandonada por falta de um planejamento de um desenvolvimento sustentável, Apodi tem um dos seus principais recursos naturais ameaçados, seu lençol aqüífero freático, de águas de excelente qualidade.


Reivindicação partiu das bases populares

Muitos não acreditavam que esta obra seria possível por se tratar de reivindicações que partiam das bases populares e da comunidade estudantil, dos professores, pescadores, agricultores, comerciantes, etc. Outros não acreditavam na conquista, por que estas lutas não estavam representadas e legitimadas por um deputado estadual do próprio município. Outra situação, um tanto desconcertante, é que o prefeito do município é adversário da governadora, poderia entravar qualquer iniciativa de execução. Já outros diziam que o custo do saneamento era muito alto.

O apoio de todos os setores da comunidade foi fundamental para a conquista da principal obra urbana da cidade. No dia 14 de novembro de 2003, dez mil pessoas saíram às ruas querendo o saneamento básico do município de Apodi.

Em dezembro de 2003, uma comitiva formada por todos os segmentos sociais, juntamente com a classe política local, foi até a Assembléia Legislativa onde pleitearam uma emenda no orçamento do Estado de 2 milhões de reais para o saneamento da cidade. Pela primeira vez na história da cidade, uma comitiva de Apodi chegava ao parlamento estadual em busca de recursos para o município oestano.

A emenda não foi aprovada, mas a governadora Wilma de Faria recebeu na semana seguinte uma comitiva menor e se comprometeu em iniciar o saneamento básico de apodi, em 2004.

O ano de 2004 estava acabando e mais uma vez a população saiu às ruas, e, novamente, esteve no fechamento do orçamento do Estado para 2005. Desta vez, foram os deputados que aprovaram por unanimidade a emenda de 2 milhões, sendo acrescida pela governadora para 2,8 milhões. Correspondendo a 35% do total.

Portanto, o saneamento básico de Apodi é uma conquista de todos. Por isso, quando as máquinas começaram a rasga o chão, várias pessoas estiveram no local acompanhando o início de uma obra que teve a participação de todos, e, é bom deixar enfatizar que a conquista foi uma vitória de todos os segmentos de Apodi.

É importante fazer justiça e registrar a participação dos deputados Federais Ney Lopes e Fátima Bezerra, além dos estaduais Getúlio Rego, Fernando Mineiro, Elias Fernandes e Ruth Ciarlini, e, principalmente, da governadora Wilma de Faria que, recebeu e atendeu a reivindicação da sociedade apodiense.

“Destacamos ainda o apoio fundamental da imprensa local e a de Mossoró, nos diversos meios de comunicação. Ajuda importante na construção da sociedade e no dever do exercício da cidadania plena”, finaliza Flaviano Monteiro, presidente do Fórum.

Fonte: Gazeta do Oeste, caderno cidades, 18/05/2006

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