[leia] Dunga, um técnico de estrela
Ele pode ser teimoso e ranzinza com a imprensa, mas não há dúvida de que Dunga recolocou a seleção brasileira no caminho do futebol eficiente e vitorioso, sem precisar jogar feio. A espetacular virada contra um surpreendente EUA, na final da Copa dos Confederações, foi o sinal definitivo de que os jogadores estão focados e não se deixam abater quando em desvantagem. “Se, na Alemanha, o bi da Copa das Confederações significou um favoritismo desmedido para a conquista do hexa e que se travestiu em ambiente de festa permanente e de irresponsabilidade do comando e dos jogadores, eis aí um risco que o tri não trará para a busca da sexta estrela na África do Sul”, diz o colunista da Folha (para assinantes) Juca Kfouri. Futebol pode trair todas as previsões, mas vale o risco: o time de Dunga lembra bastante a determinada equipe de Felipão na Copa de 2002. E o hexa, desta vez, parece fadado a vir.
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