Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de novembro de 2007

[leia] COM ATENÇÃO: E a gente ainda goza dos americanos...

Em matéria de conhecimentos geográficos, os brasileiros são de uma ignorância que não está no mapa

O Brasil tem quatro mecanismos federais de avaliação do ensino: o Saeb, o Enade, o Enem e a Prova Brasil, todos de padrão internacional. A cada vez que se divulga um de seus resultados, uma torrente de más notícias sobre a educação é despejada pelos jornais. Mas nenhum desses testes jamais captou um dado tão alarmante quanto o que surge da pesquisa Pulso Brasil, do instituto Ipsos, que acaba de sair do forno. Os pesquisadores abriram um mapa-múndi na frente dos entrevistados (1 000 pessoas, em setenta municípios das nove regiões metropolitanas) e lhes pediram que indicassem onde ficava o Brasil. Somente metade acertou. É isso mesmo: o levantamento mostra que 50% dos brasileiros não sabem localizar o país no mapa. Houve os que chutaram as respostas. Vieram desse grupo disparates de corar de vergonha. Para 2%, o Brasil fica na Argentina. Um porcentual pouco maior acha que o país se localiza na África – a dúvida é se no Chade ou na República Democrática do Congo. Outros 29% nem tentaram responder.

A pesquisa do Ipsos tem a força de um soco na boca do estômago nacional. Quase 10% dos entrevistados que passaram por uma faculdade (tendo completado ou não o curso) não sabem que o Brasil se localiza na América do Sul. Esse porcentual sobe para 30% entre os que fizeram o ensino médio (estágio em que um aluno deveria ter estudado geografia durante pelo menos seis anos) e aumenta para 50% entre os que iniciaram o ensino fundamental. Ignorar uma informação tão simples é o equivalente, em matemática, a não saber adicionar 2 mais 2.

Previsivelmente, o desconhecimento em relação aos outros países é ainda maior. Só 18% dos brasileiros conseguem identificar os Estados Unidos e apenas 3% localizam corretamente a França. Quanto à Argentina, tão citada em piadas futebolísticas, 84% nem sequer desconfiam de que faz fronteira com o Brasil. Esse tipo de informação está longe de ser uma “cultura inútil”. A ignorância do mapa-múndi impede que se entendam as relações de poder entre os países e compromete o aprendizado de história, entre outras disciplinas. “O estudante que não decifra o mapa-múndi não reconhece o mundo concreto que o cerca. É simples assim”, resume a secretária de Educação de São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro. O dado irônico é que os brasileiros atribuem aos americanos uma grande ignorância em matéria de geografia. Gostam de dizer, em tom gaiato, que os gringos não têm a mínima idéia de como se divide o planeta. Não é bem assim. A mais recente pesquisa sobre o assunto mostrou que 86% dos americanos sabem exatamente onde fica seu país, 81% reconhecem o México, 54% a França e 47% a Argentina. Eles dão um banho, convenhamos.

A péssima qualidade dos professores está na base dessa vergonha, agravada pela de mapas nas escolas. Acrescente-se a falta de instrução familiar e pronto: está formado o ambiente propício para criar gerações de brasileiros que exibem uma ignorância que não esta no mapa. Nunca antes neste país: e não se trata do Chade ou da República Democrática do Congo.
Veja Edição 2033
Ronaldo França

Leia Mais >>

domingo, 26 de agosto de 2007

[leia] Por que não sobra água no Brasil

O Brasil tem 14% da água doce do planeta, mas as bacias hidrográficas são as mais populosas.

Os principais desafios de cada região do país:

Norte: apesar dos rios abundantes e das altas taxas de chuvas, 32% da população não tem água tratada.

Nordeste: há escassez principalmente para a população de zonas rurais e cidades pequenas. Os depósitos subterrâneos estão se esgotando.

Centro-Oeste: desmatamento e pesticidas ameaçam o Pantanal, que alimenta rios e depósitos subterrâneos de água.

Sudeste: a urbanização descontrolada polui e destrói áreas de mananciais. Isso encarece o tratamento de água.

Sul: algumas cidades disputam com os agricultores a captação da água dos rios. A urbanização também ameaça os mananciais.

Leia Mais >>

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

[leia] ENEM 2007 tem mais de 58 mil inscritos no RN

O ENEM 2007 (Exame Nacional do Ensino Médio) será realizado neste domingo (26) e deverá contar a participação de mais de 3,5 milhões de estudantes de todo o Brasil. E no Rio Grande do Norte serão 58.860 inscritos, entre os que estão concluindo ensino médio em 2007 e os que terminaram em anos anteriores.

No Estado serão vinte e oito cidades que funcionarão como cidades pólos do ENEM. Tais como Currais Novos, Mossoró, Parnamirim, Extremoz, Macaíba, Natal, Caicó, Assu, Areia Branca, Apodi, Caraúbas, Umarizal, Patu, Luís Gomes, São Miguel e João Câmara. Além de Pau dos Ferros, São Gonçalo do Amarante, Canguaretama, Goianinha, Nova Cruz, Santo Antônio, Ceará-Mirim, Touros, Macau, Santa Cruz e Angicos. Estarão sendo aplicadas as provas que serão realizadas a partir das 13h e constará de 63 questões de múltipla escolha e uma redação.

Além de ser um caminho alternativo para o ingresso nas universidades, o ENEM também tem como objetivo principal avaliar o desempenho de cada aluno ao termino da escolaridade básica.

Aqui em Apodi tá tudo pronto para a realização das provas, boa sorte a todos os alunos!!!

Leia Mais >>

sábado, 7 de julho de 2007

[leia] A Crise Política do Governo Lula

Leia Mais >>

quarta-feira, 20 de junho de 2007

[leia] Brasil ganha 4 milhões de internautas por ano

O Brasil deve chegar ao fim do ano com 37 milhões de internautas, segundo estudo da Interactive Advertising Bureau Brasil. Um crescimento de 12% sobre os 33 milhões que havia em 2006. "A gente percebe uma movimentação muito grande este ano", disse Lilian Viana, diretora do Comitê de Marketing da IAB Brasil. O número inclui o uso em casa, no trabalho, em escolas e outros pontos de acesso.

Nos últimos quatro anos, o total de internautas no País cresceu 67%. A entidade resolveu publicar trimestralmente os indicadores, pois seus associados, vinham trabalhando com números de fontes diversas, o que acabava confundindo os anunciantes. Ela utiliza informações do Ibope NetRatings, IDC e Projeto Intermeios.

No ano passado, a publicidade online somou R$ 361 milhões, o que corresponde a 2% do total do bolo publicitário no País. Para 2007, a IAB Brasil projeta um crescimento de 30%, para R$ 470 milhões. O número ainda não inclui os links patrocinados, anúncios de texto que aparecem, por exemplo, do lado dos resultados de busca do Google. O próximo relatório da entidade já deve trazer os números referentes aos links patrocinados em suas estimativas.

Leia Mais >>

sexta-feira, 15 de junho de 2007

[ria/veja] Freguês: Brasil e Argentina se enfrentam em mundial de padeiros

Um dos maiores clássicos do gramado foi transposto para a cozinha nesta quarta-feira, quando as seleções brasileira e argentina de padeiros se enfrentaram pelo mundial da categoria em um espaço de eventos na capital argentina, Buenos Aires.

Ainda não divulgaram o resultado oficial, mas ouvi dizer que os argentinos queimaram a rosca.


De novo. kkkk

Brasil-sil-siiillll!!!

Leia Mais >>

quarta-feira, 30 de maio de 2007

[ria] Miss universo 2007

Fica a pergunta: quais os critérios de avaliação para a escolha da Miss Universo?A fartura da brasileira Natália Guimarães e a japa Riyo Mori, que não dá nem um "caldo".
Brasil 2º lugar. Japão 1º lugar (????????)
Agora sem onda, a japinha até que é bonitinha, mas anda longe da brasileira.

Mas quem fez bonito mesmo foi a representante dos Estados Unidos, hihiiii!
A "paz mundial" para todos vocês e boa tarde!

Leia Mais >>

terça-feira, 29 de maio de 2007

[leia] Quem é mais Rico? O Brasil ou os EUA?

Carta recebida por Alexandre Garcia
(Comentaista da Rede Globo)
Enviada por um amigo americano. Segue a carta:
Caros amigos brasileiros e “ricaços” vocês basileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem. Embora tenham água doce disponível, aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil. Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente). Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.
E por falar em petróleo...
Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, quando ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool. Não dá para entender seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí), e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90. Observação: gasolina pura, sem mistura.
E por falar em carro...
Vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nos EUA pagamos R$ 20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%. No Brasil vocês são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.
E já que falamos de impostos...
Eu não entendo porque vocês alegam serem pobres, se, afinal, você não se importa em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho. De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.
Segue...
Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de UR$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês tem desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável. Aí no Brasil vocês pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos, vocês ricassos do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam por mês o que nós pobres americanos pagamos por ano.
E por falar em pagamentos...
Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou R$ 2.500,00 pelo seguro de seu carro, aí sim eu confirmei a minha tese: Vocês são podres de rico!!!!!!!! Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veículo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre? Aí no Brasil 20% da População Economicamente Ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada. Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha???
Comentários:Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é precioso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder. Assina: Alexandre Garcia.
Conclusão:
“Não se trata de sermos um país rico, mas sim de uma república de bananas!!!!!!!!!!!!!!”.
Leiam e passem adiante...
O objetivo é fazer chegar esta mensagem ao máximo de pessoas para sensibilizar e conscientizar este povo brasileiro que aceita tudo que o governo dita, sem contestar.

Leia Mais >>

quinta-feira, 24 de maio de 2007

[leia] "No Brasil, prisão é espetáculo teatral"

"Prisão é o fim do processo, não o começo." É dessa forma que o advogado José Paulo Cavalcanti Filho critica a atuação da Polícia Federal nas últimas operações, como a mais recente Navalha. Para ele, isso é fruto também da busca da imprensa por "um escândalo por dia".

Cavalcanti afirma que, no Brasil, "prisão é espetáculo teatral", e isso se deve à busca desenfreada da imprensa por um escândalo a cada dia: "Por um período, vivemos com informações de menos. Agora temos informações demais".

O criminalista Alberto Toron, um dos membros do grupo que entregou um documento ao STF criticando as recentes decisões do Judiciário, afirmou ontem à Folha de S. Paulo que o que tem ocorrido é um "escracho": "O que se fazia, antes, contra preto, pobre e puta é feito com outros presos". José Paulo Cavalcanti concorda, e diz que falta método ao Judiciário brasileiro:

- Num país maduro, a pessoa é acusada, se defende e depois, se culpado, vai preso. Aqui, começa com o julgamento público e o cara tem de provar a inocência. E aí já é tarde demais, ele já foi massacrado.

Leia íntegra da entrevista:

Terra Magazine - Qual a opinião do senhor com relação ao modo em que ocorreram as prisões pela Polícia Federal na Operação Navalha? José Paulo Cavalcanti Filho - A história é um processo dialético. São contradições interligadas, vários matizes. O primeiro matiz é a imprensa. Por um período, vivemos com informações de menos. Agora temos informações demais. A imprensa perdeu todos os limites. A busca de um escândalo por dia, sem a qual os jornais não vivem mais, transforma a imprensa num objeto de estante. Com isso, as pessoas são marginais muito antes de ser julgadas.

E de que forma isso se reflete na atuação da polícia?
Isso acontece com relação à imprensa, e ocorre também com relação à impunidade. As elites, especialmente as elites políticas, nunca eram punidas. E foi assim por muito tempo. Agora é a fase da punibilidade absoluta. Eles são presos sem investigação. A democracia que o país espera não é o que estamos vivendo. Falta informação madura, que respeite a integridade. Ninguém é contra que esse povo vá para a prisão, mas a pessoa precisa ser julgada. Prisão é o fim do processo, não o começo.

Documento assinado por 12 advogados criminalistas e entregue ontem ao STJ chama de "escracho" os métodos da PF. O senhor concorda?
Sim. No imaginário coletivo, você tem o aplauso a esse tipo de prática. Isso é um horror. O país está se facistizando. Quando você tem invasão de rodovias, greve no serviço público e um monte de gente sofre por falta de atendimento... isso nunca foi punido.

Qual o caminho correto então?
A presunção de inocência não pode ser esquecida. Num país maduro, a pessoa é acusada, se defende e depois, se culpado, vai preso. Aqui, começa com o julgamento público e o cara tem de provar a inocência. E aí já é tarde demais, ele já foi massacrado. Um empresário americano nunca é preso quando punido. Ele negocia com o juiz o dia em que começa a cumprir pena, o juiz dá seis meses para ele escolher um substituto e só depois ele é recluso. A prisão exerce função social e deve ser tratada com menos emoção. Aqui o que acontece é espetáculo teatral. A grevista da saúde pune o coitado e nem é suspenso. Os sem-terra perderam todos os limites. E essas prisões, no imaginário coletivo, funcionam como uma revanche dos oprimidos.

terra

Leia Mais >>

domingo, 28 de janeiro de 2007

[leia] Cinema americano volta a falar sobre os problemas de violência no Brasil


Outro dia Assis Júnior postou aqui no 'dibaixodopano' uma matéria onde ressaltava mais uma agressão americana ao Brasil, dessa vez através do filme Turistas, clique aqui e reveja a matéria.

Houve até quem quisesse criar um movimento de boicote ao filme. No entanto, o Brasil volta a ser cenário de um documentário americano que fala sobre violência e seqüestro aqui no Brasil, o documentário tem o nome de Manda Bala e foi premiado nesse sábado com o prêmio do júri de melhor documentário no Festival de Cinema Sundance, em Utah, nos Estados Unidos.

É isso mesmo, a TV e o cinema é quem fazem a fama de alguns países lá fora. Ou vai me dizer que quando escuta o nome da Colômbia, a primeira coisa que vem a sua cabeça não são drogas? Ou quando escuta o nome do Paraguai, você não lembra logo de contrabando?

Pois é, quem escuta o nome do Brasil lá fora também tem essa visão distorcida de que aqui só tem violência e corrupção.

Leia Mais >>

PUBLICIDADE

Arquivo do blog

  ©Template by Dicas Blogger

TOPO