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quarta-feira, 11 de julho de 2007

[leia] Greve da UERN chega ao fim

As aulas devem recomeçar na segunda-feira (16).

Por Gabriela Duarte

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (Aduern) começou as negociações com o reitor Milton Marques na segunda-feira (9). Foram acatadas as solicitações dos professores, estabelecendo reajuste salarial de 64%, sendo pago 5% em outubro desse ano, 12% em abril de 2008, 17% em abril de 2009 e 19,20% em abril de 2010.

Dentre os pontos que foram acordados, estão: a revisão das gratificações dos cargos comissionados, as sinalizações da Uern com relação à infra- estrutura dos campi e núcleos avançados, investimentos em pesquisa e extensão, realização de concurso público para atender as necessidades dos departamentos, além da política de dedicação exclusiva, onde os servidores sugeriram dois regimes de trabalho - um de 20 horas e outro de 40 horas.

De acordo com Milton Marques, será elaborado ainda nesta semana o novo calendário de aulas. Concluída, a proposta da reitoria segue para o Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão para aprovação. "Tudo indica que as aulas do semestre 2007.1 retornem na segunda-feira (16), onde haviam sido interrompidas pela greve", disse o reitor.


Com a dica do sempre atento e informado GeruPancada.

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sábado, 16 de junho de 2007

[leia] Aduern questiona aumento salarial

Os professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) não gostaram do anúncio relacionado ao reajuste salarial de 21% concedido pelo Governo do Estado à Polícia Civil. Ontem, o presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), Zacarias Marinho, afirmou que, diante desse quadro, a greve dos professores não tem data para chegar ao fim. Na quarta-feira haverá assembléia, mas ele adiantou que a paralisação continuará.

O presidente da Aduern disse que a categoria concluirá o estudo do documento enviado pelo secretário estadual de Planejamento, Wagner Gutemberg Araújo, sobre a impossibilidade da concessão do realinhamento salarial de 18%, até a terça-feira. De antemão, Zacarias Marinho afirmou que o relatório tem conteúdo vago, superficial, e remete uma negociação salarial apenas para o mês de outubro.

Extraído do defato


Atenção alunos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Existe um boato aqui em Apodi, que as aulas da (UERN) retornariam nesta segunda-feira dia 18/06, mas não é verdade a greve continua por tempo indeterminado.

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sexta-feira, 25 de maio de 2007

[leia] Professores não aceitam proposta e greve continua

Os docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) decidiram, nesta quinta-feira, em assembléia, continuar por tempo indeterminado com a greve iniciada desde o dia 9 passado. A decisão de manter a greve foi uma resposta às propostas apresentadas pelo reitor da UERN, Milton Marques. "Todas as propostas foram evasivas, apenas com intenções futuras, mas sem datas definidas", salientou Zacarias Marinho, presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN). "Na avaliação da assembléia não houve apresentação de propostas concretas", complementou.

Segundo Zacarias, o reitor justificou que não poderia fazer o realinhamento salarial dos docentes devido à Lei de Responsabilidade Fiscal, já que o Governo do Estado já atingiu o limite prudencial de gastos. O realinhamento salarial de 18% é, justamente, a principal reivindicação da categoria, que solicita também uma discussão a cerca da distribuição da carga horária e do sistema de dedicação exclusiva.

Como a greve é por tempo indeterminado devido ao impasse entre o governo do estado e os docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN. Quem sai perdendo nesta história é sempre os alunos, atrasando o curso ainda mais, como teremos profissionais capacitados se um período é pra ser em 6 (seis) meses e estamos estudando em 4 (quatro) meses, isto porque a governadora é professora. Imagine se não fosse!

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terça-feira, 22 de maio de 2007

[leia] Uern encaminha resposta à reivindicação de professores

A Reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) encaminhará hoje documento à Associação dos Docentes da instituição (ADUERN), em resposta à pauta de reivindicação entregue pela categoria. Os professores entraram em greve no dia 9 deste mês e no dia seguinte entregaram a pauta ao reitor Milton Marques de Medeiros.No sábado passado, durante debate realizado no programa Canal Aberto (FM 105.1MHz), o chefe de Gabinete da Reitoria, professor Chagas Silva, lembrou que a principal reivindicação da categoria, do alinhamento salarial de 18%, não depende exclusivamente da Uern. “Esse ponto depende do Governo do Estado”, disse.O problema é que a Controladoria-Geral do Estado já avisou que o Governo enfrenta problemas relacionados ao limite prudencial, e que, com isso, não poderia conceder reajuste salarial. A questão é que, se atender a categoria, o Governo estaria infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O limite prudencial ocorre quando se registra queda na arrecadação.Além dos professores, os técnicos administrativos e alunos da Uern também estão em greve. O reitor entende que muitos pontos serão resolvidos pela administração central da instituição.
Fonte: defato.com

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quinta-feira, 12 de abril de 2007

[leia] Greve dos transportes, alunos sem aula.

Completamente ridícula essa situação que passa os alunos das localidades rurais de Apodi devido ao não pagamento do transporte escolar. Se fosse um problema maior, tipo uma greve por uma reivindicação dos professores, a falta de merenda (problema que ocorreu no início do ano) ou a falta de estrutura física da escola; isso ainda seria tolerável, já que esses problemas se tornaram quase que crônicos na estrutura educacional pública em todo o país.
Em Apodi essa situação mostra um enorme desrespeito a classe estudantil quando nossa cidade foi recentemente uma das que mais aprovou no vestibular da UERN, além de sempre conta com um bom número de aprovados na UFERSA, no CEFET e também aqui, na UFRN.
O problema não se trata apenas do transporte oferecidos pelo estado, a classe universitária passa diariamente pela humilhação no trajeto Mossoró-Apodi-Mossoró. Nunca houve uma atitude séria em solucionar esse problema.
No meu tempo de CEFET, meados de 98, várias foram as sextas-feiras que dormi em pé na viagem de volta para Apodi. Essa façanha é possível porque o aperto entre os passageiros é tão grande que não tem como cair.
O descaso é tão grande que chega a ser um atentado contra a vida. Um ônibus só segar a transportar mais de 90 passageiros... isso tá quase quebrando umas lei fundamentais da física: Corpos ocupando o mesmo lugar no espaço-tempo. É meu amiguinho, lá e Apodi a população enfrenta as dificuldades, mas todo dia é um Davi contra Golias.

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quarta-feira, 14 de março de 2007

[leia] Indicativo de greve

Josenias Freitas publicou em seu blog que os professores da Rede Estadual de ensino estão se preparando para iniciar uma greve, já tem dia marcado, será no próximo dia 20.

Os professores devem se reunir e dali saí a resposta se entrarão ou não na greve.

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