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terça-feira, 4 de dezembro de 2007

[leia] Xande e Forró NaPisada na festa da padroeira de Apodi

Alexandre e Danilo Nixon. Foto: Prof. Pedro Filho.

Surpresa na festa da padroeira de Apodi. Alexandre, vocalista de aviões do forró, sobe no palco e faz um show junto com forró NaPisada, a banda que ele apadrinhou. Danilo Nixon, vocalista da banda já tem uma enorme experiência como vocalista. Já lançou CD ao estilo voz e violão e compôs algumas músicas.
Alexandre, que vez por outra vai em Apodi visitar os amigos e ver seus dois filhos, falou ao subir no palco que existe algumas pessoas que o discrimina por dizer que é de Apodi, tendo ele nascido em Itaú. Acrescentou dizendo que é Apodiense de coração e só quem é de Apodi sabe as maravilhas que essa cidade tem.
Com essa aparição espontânea, será que existe a possibilidade de uma participação especial no carnaval de Apodi? Algumas vozes dizem que existe a possibilidade, veremos.
Aviões Elétrico colocou neste último fim de semana a maior quantidade de gente na avenida no domingo de Carnatal. Levou a pipoca junto quando saiu do corredor da folia, feito que impressionou alguns.

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terça-feira, 22 de maio de 2007

[leia] Aeroporto Apodi

Quem vai 'vumbora'.

Muralhas club domingo às 17 horas receberá mais uma vez a banda show de forró. Eu pago uma rodada de cajuina quente se essa festa realmente começar às 5 da tarde!
Seja lá que horas comece, o Alexandre vai fazer mais um show em casa e dessa vez vai ter que mandar ver, porque ficou devendo em sua última apresentação na vaquejada de 2006. Mas no último show feito no muralhas a festa foi um desmantelo de bom. Foi farra grande em Apodi: sexta, sábado, domingo, a festa na segunda e um feriadão pra tirar a ressaca na terça, mas isso pra quem é de Apodi, que no dia 2 de maio é feriado. Desse show saiu até um DVD pela produtora caicoense Adriano Gravações que rodou meio mundo e fez como Alexandre disse no início da festa: "levando Apodi pra todo Brasil e um pedacinho do mundo".
Que a festa valha a pena, que tenha DVD, porque repertório novo tem, e se a Opção Laser quiser liberar uma cópia do show free... hehehe, nós aceitamos na hora!

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segunda-feira, 9 de abril de 2007

[leia] Márcio Morais entrevista José Alexandre, o Xandy Avião.

Alexandre e Danilo, Respectivamente padrinho e cantor da banda NaPisada.


Duruguduuuuuuuuuuu! Você já ouviu esse grito por aí? Pois se não ouviu é porque deve não conhecer direito o autor dessa façanha, o novo fenômeno da música forrozeira nordestina. É o chamado Alexandre Avião. Estrela maior do forró moderno. Esse itauense, mas filho adotivo de Apodi, é hoje um dos cantores mais tocados do eixo Norte/Nordeste.
Mas quem pensa que Alexandre Avião conseguiu o sucesso com facilidade está enganado. Ele lutou muito para chegar ao estágio onde se encontra. O cantor, oriundo de uma família humilde de agricultores, desde criança teve sua vida voltada e dedicada à música, nutrindo o sonho de ser um dia cantor famoso. Ainda muito jovem ganhou de seu pai um violão, que na época comprou com muita dificuldade e começou logo seus primeiros acordes.
Apesar de concorrido, o mercado forrozeiro vem ganhando espaço em âmbito nacional, e os melhores cantores de forró do País na atualidade são da região do Médio Oeste Potiguar, como é o caso do cantor da banda Saia Rodada, Ray, que é natural de Umarizal, Alexandre Avião, que é de Itaú, mas naturalizado apodiense, e Daniel da banda Calcinha Preta, que é mossoroense.
O DE FATO vem fazendo uma série de entrevistas com os cantores da região. Já foram entrevistados Ray e agora Alexandre. O próximo será Daniel, vocalista da banda Calcinha Preta, que vem conquistando o mundo com sua bela voz.
Quando visitava o município de Apodi para rever seus filhos e amigos, o cantor Alexandre Avião concedeu entrevista à reportagem do DE FATO. Confira.

Alexandre com suas filhas e a namorada numa de suas visitas a Apodi.

JORNAL DE FATO – Como a música surgiu em sua vida?
ALEXANDRE AVIÃO – Desde pequeno eu gostava de cantar e me interessava muito pela música e tive o prazer de conhecer o rei do baião, Luiz Gonzaga, que era muito amigo do meu pai quando a gente morava em Exu (PE). Tive o prazer de ficar duas vezes com Luiz Gonzaga, e vendo-o tocar a sanfona, achei muito bonito. Isso me despertou muito. Comecei a cantar o forró de Gonzagão. Logo, pedi um instrumento ao meu pai e, com muita dificuldade, ele me deu de presente um violão e comecei a treinar. Mas, a música apareceu mesmo no meu caminho em Apodi.

VOCÊ só canta ou também compõe?
EU AINDA não compus nenhuma música, mas toco vários instrumentos, como bateria, teclado, guitarra. Estou na luta.

VOCÊ tem uma atuante carreira profissional no eixo Norte/Nordeste. Como está a receptividade lá fora de seu trabalho?
AONDE nós chegamos hoje, graças a Deus, não só no Norte/Nordeste, mas em todo o Brasil, somos bem-recebidos. Já tocamos para multidões em São Paulo, Acre, Rondônia, Manaus (AM), Belém (PA), Brasília (DF) e em todo o Nordeste. A gente só ainda não foi ao Rio Grande do Sul e para o Exterior, mas estamos com um projeto para neste ano tocarmos nos Estados Unidos.

QUAL o momento mais marcante que você viveu em sua carreira?
SÃO tantos. Mas quando estou cantando em Apodi é um momento marcante, como a última vez que toquei na vaquejada. Fizeram uma homenagem para mim. Fiquei muito emocionado, chegando a chorar, e quando eu volto para Apodi volto realizado, porque foi daqui que eu saí. Apesar de não ter nascido em Apodi, e sim em Itaú, eu passei a maior parte da minha vida nesta terra. Meus filhos moram aqui e meus principais amigos, que sempre me incentivaram, estão em Apodi. Por isso, eu me sinto totalmente realizado quando visito a cidade.

QUAL avaliação você faz da sua carreira até os dias de hoje?
SINTO-ME realizado. Não peço mais nada a Deus. Só tenho mesmo é que agradecer a Ele pelo que me ajudou até hoje. Tenho uma família maravilhosa, trabalho no que gosto e, com a ajuda dos amigos, tento manter o sucesso que a banda Aviões do Forró vem fazendo até hoje. Estamos entre as melhores bandas do Brasil. Nesta vida e nesta carreira já encontrei altos e baixos, elogios e críticas, mas a gente vai tentando, com a ajuda de Deus, superar as dificuldades e seguir em frente.

PARA você chegar onde chegou teve a ajuda de alguém ou foi descoberto pelo seu talento?
ACHARAM-ME aqui em Apodi. Na época, eu trabalhava na Rádio Cidade FM, de propriedade de Fábio Soares, que me deu uma oportunidade e tocava na banda Estilo Musical. Não sei como foi que me acharam. Só sei que ligaram para mim e pediram um CD e a minha foto para Fortaleza (CE), depois fui fazer um teste e fui aprovado. Até hoje não sei como foi que me acharam. Eu não tenho dúvida de que foi Deus que me ajudou.

APESAR do sucesso, você é uma pessoa que conservou a simplicidade. Como você lida com a fama?
EU TENTO lidar com a fama como se fosse uma brincadeira. Quando chego às cidades as pessoas pedem autógrafo, para tirar fotos, mas eu sempre quero não me sentir famoso, para isso não subir a cabeça e atrapalhar a minha carreira. Há alguns dias eu estava em São Paulo (SP), gravando um programa de TV, e conversei com vários artistas renomados que estavam no camarim e percebi a simplicidade da maioria, e acho que a simplicidade tem que ficar acima de tudo.

QUANTOS shows você realiza por mês e quais a principais cidades onde você já cantou?
VARIA muito de mês e época. Os meses que a gente toca mais são os de junho e julho. Eu estava vendo a agenda para junho, e já temos 50 shows agendados. Geralmente, a gente faz três shows por noite, e as principais cidades em que os Aviões do Forró são aceitos são Recife (PE), João Pessoa (PB), Natal, Fortaleza e São Paulo, e em Fortaleza a banda é muito bem recebida. Se eu for falar nas cidades onde a gente é bem aceito vamos ter de passar o dia conversando.

QUE bandas de forró você admira ou se inspira para montar o repertório e estilo dos Aviões do Forró?
OS AVIÕES têm um estilo próprio. Eu admiro várias bandas e cantores, mas o cantor que me inspira, e do qual sou fã de carteirinha, é o Toca do Vale. Mas, escuto todas as bandas, como Calcinha Preta, Tropicália, Limão Com Mel, dentre várias outras.

NO PALCO, qual o maior mico que você já pagou?
O SHOW dos Aviões já é uma brincadeira, e o que surge de mico a gente leva na brincadeira e o pessoal pensa que faz parte do show.

E O Alexandre fora dos palcos?
MUITO brincalhão. Gosto de farrear, e nas minhas folgas venho para Apodi rever meus filhos, meus amigos e a minha cidade. Sou um cara normal como qualquer outro, só que faço a minha diversão do meu jeito.

VOCÊ acredita que fazer sucesso hoje está mais fácil que antigamente?
ACHO que não. Fazer sucesso é muito fácil. É só fazer uma banda e botar o negócio para frente. O difícil mesmo é manter o sucesso. Muitas bandas surgiram, fizeram sucesso e depois sumiram e outras estão fazendo sucesso até hoje. O mercado de trabalho está muito concorrido. Todos os Estados estão com bandas de forró que não deixam a desejar.

COMO você vê o atual mercado da música forrozeira no Brasil?
CRESCENDO a cada dia. O forró está tomando conta do Brasil. Hoje, você liga a televisão e vê o forró em vários programas de televisão em âmbito nacional. Isso é a maior prova que o forró está avançando e tomando conta do País. Antes, forró era coisa de nordestino, de cangaceiro de homem do campo, mas hoje é dançado em todo lugar.


Quais seus próximos projetos na carreira musical e pessoal?
NA MINHA carreira pessoal não tenho muitos projetos. Manter o sucesso e cantar o que mais amo na minha vida. Sempre vim em Apodi, porque isso já é de lei. É isso mesmo.

DEIXE uma mensagem final para a grande legião de fãs e para os que ainda não conhecem você de perto.
QUERO agradecer o carinho que a gente tem recebido dos fãs e amigos apodienses que abraçaram o nosso forró, coisa que nunca esperei. Fui para Fortaleza, mas sempre tive aquela insegurança de não ser aprovado e voltar para Apodi. Mas, graças a Deus, está dando tudo certo, e peço que os amigos e fãs continuem acreditando no nosso trabalho.

Carlinhos Aristides, José Alexandre e o famoso marujo.

Fonte: Jornal de Fato.

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quinta-feira, 1 de março de 2007

[ria] Magoei! Tristeza pela ausência de Alexandre Avião

Erivan Júnior, mais conhecido como Juninho da Opçao ficou triste ao saber, por nossa equipe de reportagem, que o cantor mais ilustre de Apodi, Alexandre Avião, não iria marcar presença no carnaval 2007 apodiense.

A Opção Laser chegou a comunicar que o cantor estaria na terça-feira de carnaval em Apodi, mas nossa equipe se antecipou e divulgou que o cantor não viria.

A comoção foi geral, e por pouco o carnaval não terminava para os animados membros do Papangu. Passado o susto inicial, os meninos eram só alegria. Confiram clicando aqui.

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